sábado, 26 de janeiro de 2013

É a perdição.

Fotografia de alta velocidade de Alberto Seveso



Trato um pouco das minhas loucuras faz quase um ano. Entretanto a maior delas parece não ter possibilidade de alívio. E isso não deve espantar já que o máximo da minha insanidade é minha sanidade. Sou eu e como levo as coisas por aí, como penso e sobrevivo, essa é minha maior deficiência em relação a essa suposta normalidade que ainda estou em dúvida se realmente almejo alcançar.

As camadas de pensamento com que lido a todo instante, simples e inúteis talvez, mas raciocínios ainda assim, podem a qualquer instante desmoronar, mas eu os firmo com apoios.

Se for ansiedade, burrice, loucura, insegurança, não é algo simples de lidar. Entrar debaixo do chuveiro e sair de lá com um alfabeto novo, acordar e dormir espreitando papel e caneta para deixar tudo pronto, o máximo possível próximo a perfeição do que propus por impulso ou obrigação.

É a perdição.

E vem devagarinho...

Ou já que digo isso na verdade não tem nada de mais?

Ou...

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